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Endoscopia

Endoscopia Digestiva Alta
Exame realizado com vídeo endoscópio com sistema
computadorizado de captura de imagens que são impressas
diretamente no laudo.

Indicações:
Exame clínico para diagnóstico do esôfago, estômago e
duodeno.

Preparo prévio:
Jejum completo de no mínimo 8 horas de antecedência
do procedimento.

Como é feito:
Com sedação venosa, em doses pequenas.
Anestesia tópica da orofaringe, na forma de spray, com
finalidade de bloquear o reflexo do vômito.
Após o exame, o paciente é encaminhado para repouso
onde permanece por algum tempo sob observação, até que
esteja em condições de ser liberado.

 

Procedimentos complementares associados ao exame:
Biópsia
Realizada quando é necessário o esclarecimento complementar de uma lesão encontrada durante a inspeção endoscópica.

Cromoscopia
Técnica endoscópica que consiste na utilização de corantes que colocam em evidência alterações que, comumente, passariam despercebidas ao exame convencional.
A coloração pode trazer esclarecimentos de três ordens:
1) Acentuar a visão dos relevos.
2) Informar sobre a estrutura histológica ou histoquímica do epitélio de revestimento e de soluções de continuidade que o interromperam.
3) Fornecer indicações sobre as funções do epitélio.

Esclerose de varizes de esôfago, estômago e duodeno
Com uma agulha especial, é injetada uma solução medicamentosa, em volume suficiente para bloquear o vaso varicoso.

Gastrostomia endoscópica
Método que pode ser realizado ambulatorialmente e que pode evitar uma cirurgia convencional. É uma intervenção cirúrgico-endoscópica simples, realizada a nível ambulatorial, com anestesia local. Está indicada para os casos de pacientes com dificuldade de deglutir alimentos espontaneamente, sem que haja impedimento de ordem fisiológica ou orgânica. Esse tipo de problema é mais freqüente em pacientes com alterações neurológicas.

Hemostasia com injeção esclerosante
É utilizada uma agulha descartável, montada em cânula de teflon, com a qual se punciona o território do vaso sangrante e através da qual se injeta uma solução de álcool para provocar edema local e conseqüente compressão do vaso sanguíneo.
Pode-se usar a adrenalina que injetada, localmente, promove a parada do sangramento ao provocar significativa vasoconstrição.

Hemostasia mecânica de esôfago, estômago e duodeno (hemoclip)
É o método mais eficaz e definitivo utilizado nas hemorragias de qualquer etiologia.
Aplica-se um pequeno clip metálico estrangulando e obliterando, completamente, o vaso sanguíneo causador da hemorragia.
O clip permanece aderido e é envolvido pelo tecido cicatricial.
O material do clip é inerte em relação ao organismo.

Hemostasia térmica por endoscopia (cauterização de lesões com argônio)
Tratamento de lesões através de cauterização com gás argônio.

Ligadura elástica do esôfago, estômago e duodeno
Com o uso de um kit de ligadura, são introduzidos anéis de borracha pelo endoscópio, que são posicionados sobre o vaso varicoso e disparado um anel que “estrangula” o vaso.

Magnificação de imagem 100x, 150x e 200x
É a observação endoscópica da estrutura fina da mucosa do aparelho digestivo.
A magnificação de imagem com aumento de 100, 150 e 200 vezes associada ao uso de corantes, torna o exame mais detalhado, já que as imagens produzidas são similares ao diagnóstico histopatológico.

Mucosectomia gástrica (retirada de lesões planas)
Possibilita, através da videoendoscopia, a retirada de lesões pré-malignas ou carcinoma superficial do tubo digestivo, que no passado somente poderiam ser tratadas cirurgicamente.
A técnica utilizada para a realização deste procedimento consiste na injeção de soluções líquidas ou coloidais na submucosa adjacente à lesão, o que determina maior protrusão da mesma, facilitando a ressecção endoscópica.


Endoscopia 

Passagem de sonda naso-enteral
Com o auxílio do endoscópio como guia é possível introduzir a sonda que não progride normalmente, visualizando assim sua posição correta.

Polipectomia de esôfago, estômago e duodeno
Neste ato cirúrgico-endoscópico é utilizada uma alça metálica, diatérmica, para envolver a lesão.
A alça é fechada, gradualmente, provocando estrangulamento da lesão.
A passagem de uma carga elétrica aquece o fio da alça causando efeito cortante e cauterizante, simultaneamente.


Retirada de corpo estranho de esôfago, estômago e duodeno
É a remoção de objetos de diferentes origens e formas (espinha de peixe, moedas, ossos, etc.) com o auxílio de alças, cestas ou pinça forte.

 

 
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