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Ecoendoscopia Digestiva Baixa – Colonoscopia

Facilita o reconhecimento de lesões mínimas (até 1mm), delimitando sua abrangência e penetração. Antes, muitos tumores musculares ou císticos só eram identificados através de atos cirúrgicos convencionais, atualmente, a resolução desse novo equipamento, permite o diagnóstico em fase bem inicial, antes mesmo do surgimento da doença, eliminando-se por vez os riscos de seu desenvolvimento.
A Ecovideoendoscopia consiste na associação de um transdutor ecográfico a um endoscópio flexível. Essa técnica permite colocá-lo em todos os pontos acessíveis ao endoscópio clássico.
Este procedimento permite o estudo detalhado das camadas da parede do sistema digestório (esôfago, estômago, duodeno, reto e cólon), o que não é possível com a videoendoscopia convencional, ultra-sonografia, tomografia computadorizada e ressonância abdominal (RM). O desenvolvimento de transdutores de alta freqüência introduzidos no lume (interior) desses órgãos, permite o estudo da arquitetura da parede, com a observação de detalhes como a divisão em cinco ou mais camadas, dependendo da capacidade operacional do instrumento (5 a 30 Mhz). Além disso, ela fornece detalhes de outros órgãos e regiões pouco acessíveis a outros métodos de imagem como o pâncreas, a porção distal do colédoco e a papila duodenal.
Sua melhor aplicação é no estadiamento (avaliação da extensão) dos tumores esofageanos, gástricos, retais e colônicos e diagnóstico de lesões submucosas do aparelho digestório. Ela permite a análise de sua extensão loco-regional, além de dar informações sobre metástases em nódulos linfáticos próximos às lesões estudadas.
O exame é realizado em três fases:

1) Posicionamento do ecoendoscópio na posição ideal para o início da obtenção das imagens ecográficas;
2) Estudo ultra-sonográfico e
3) Obtenção e gravação de imagens em vídeo-printer.

Preparo prévio:
Preparação do intestino com dieta e ingestão de laxativos especiais a fim de limpar o intestino grosso para permitir a realização do exame pela visualização da mucosa.

Como é feito:
Com sedação venosa profunda, em doses pequenas, e eventualmente, quando necessário com a assistência de médico anestesiologista, durante todo o exame.
Após o exame, o paciente é encaminhado para repouso onde permanece por algum tempo sob observação, até que esteja em condições de ser liberado.